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domingo, 13 de junho de 2010

A Segunda Vinda de Yeshua

A Terra é o Reino de Jesus e está ocupada pelos filhos do reino (os santos) e os filhos do maligno (os ímpios).

Os anjos, ao virem o estrago causado pelo pecado, quiseram vir e destruir os ímpios, mas Deus mandou que esperassem o tempo da colheita, ou seja, a consumação dos séculos. A terra, portanto, é o lar dos santos e não o lugar dos ímpios .

Estes serão desarraigados (Pv 2:21,22; Sl 11 :6). Os justos não serão removidos do planeta. Os anjos, como águias, consumirão a todos os causadores de escândalo e de iniquidade que estão atualmente contaminando o Reino.

Finalmente, os reinos serão entregues ao Messias e Ele ocupará Seu trono.

A Terra e a obra da criação de Deus seguirão, conforme os Seus planos.

Respondeu-lhes ele: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada. Mateus 15:13

voz da verdade -o escudo

sábado, 12 de junho de 2010

Gaza e a Cegueira Mundial

Os relatos da mídia sobre Israel são quase sempre unilaterais e distorcidos. Qual é a razão? Por que todo o mundo condenou a guerra defensiva de Israel? Será que a Bíblia diz algo sobre o conflito? Existem paralelos com acontecimentos passados?

Por que as nações são completamente cegas quando se trata de Israel? Quase sempre suas análises sobre o que ocorre em Israel são unilaterais, preconceituosas, dúbias, desproporcionais ou míopes. A defesa do Estado de Israel é apresentada de modo distorcido: o país é descrito como agressor, terrorista e força de ocupação. Lamenta-se as perdas do lado palestino, sem considerar as vítimas israelenses. Condena-se a ação “desproporcional” do exército israelense, sem citar quantos foguetes cairam anteriormente sobre Israel. Acusa-se Israel, sem considerar, de forma sóbria e clara, que a guerra nunca teria ocorrido se o Hamas não tivesse atacado antes.


Deveríamos rir, chorar ou simplesmente menear a cabeça quando ouvimos a respeito de políticos que participaram de manifestações em que foram queimadas bandeiras de Israel?




Será que deveríamos rir, chorar ou simplesmente menear a cabeça quando ouvimos a respeito de políticos que participaram de manifestações em que foram queimadas bandeiras de Israel? Como devemos avaliar o fato de partidos políticos condenarem o Estado de Israel, a única democracia no Oriente Médio, sem jamais dizerem uma palavra contra o terrorismo mais brutal?

Três versículos bíblicos oferecem respostas a respeito desse comportamento confuso:

• “Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o Senhor, e a sua glória se vê sobre ti” (Isaías 60.2). Profundas trevas cobrem as nações, enquanto começa a clarear lentamente sobre Israel. Sim, quanto mais nos aproximamos da volta de Jesus para Israel – mas sobre ti aparece resplendente o Senhor – mais escuro fica sobre o mundo das nações.

• “Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações” (Isaías 25.7). As nações estão cobertas por um “véu”.

• “...nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos...” (2 Coríntios 4.4). O deus deste século, Satanás, cega o entendimento das pessoas.

Espiritualmente morto
O estado do ser humano – morto – determina o rumo do mundo: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo...” (Efésios 2.1-2). É uma verdade assustadora que se pode estar morto apesar de estar vivo (veja Efésios 2.5). 1 Timóteo 5.6 também fala da possibilidade de “mesmo vivo, estar morto”.

Fisicamente, o ser humano está vivo – mas, desde a queda no pecado, ele está morto espiritualmente. Isso tem influência sobre todos os seus atos e, em última análise, determina todos os acontecimento no mundo. Por isso está escrito: “...segundo o curso deste mundo...”. A morte espiritual está presente em todos os níveis. Paulo nos explica porque é assim: “...naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Efésios 2.12).

Esse realmente é um balanço desesperador: sem Cristo, sem esperança, sem Deus e sem vida! Entretanto, as pessoas vivem se animando umas às outras, dizendo: “Aproveite a vida!”. Como, porém, alguém pode aproveitar a vida, se nem a tem? Não se pode aproveitar uma vida morta. Por isso, Efésios 4.18 diz sobre aqueles que vivem conscientemente sem Deus: “obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza dos seus corações”. Por mais trágica que seja esta afirmação, ela é verdadeira. Pessoas sem Jesus não conhecem a Deus, elas estão desligadas da vida em Deus, elas estão espiritualmente mortas.


Nosso mundo é caracterizado pela cegueira, pela ignorância e pela morte espiritual. Ele é corrupto e tem os valores pervertidos.



Essa morte espiritual determina o rumo de todo o mundo, dos indivíduos, das famílias, dos povos e da política. Nosso mundo é caracterizado pela cegueira, pela ignorância e pela morte espiritual. Ele é corrupto e tem os valores pervertidos. “No meio de uma geração pervertida e corrupta”, nossa tarefa é resplandecer “como luzeiros no mundo”, preservando “a palavra da vida” (Filipenses 2.15,16). Disso faz parte também o tema Israel.

A posição caída do homem é aproveitada pelo

Dominador do mundo
Sem Deus, as pessoas estão mortas através dos seus pecados, “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2.2). Nesse estado de morte espiritual, o ser humano não é dominado por Deus, mas por aquele que trouxe o pecado e a morte ao mundo, o príncipe deste mundo. Ele é o “‘deus deste século”, que “cegou o entendimento dos incrédulos...” (2 Coríntios 4.4), daqueles que estão espiritualmente mortos. Ele é o Diabo (diabolos = falso acusador), o que distorce e confunde tudo. Isso também explica os relatos tendenciosos sobre Israel.

Efésios 6 mostra que nosso mundo é dominado por Satanás e seus demônios a partir do Cosmo: “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (v.12).

A palavra grega que significa “dominador deste mundo” é “kosmokrator”. A Bíblia diz sobre ele:

– Ele é o deus deste século.

– Ele confunde o entendimento dos povos.

– Ele é o príncipe da potestade do ar.

– Ele atua nos filhos da desobediência.

– Ele é o dominador deste mundo tenebroso.

– Ele é o maligno que domina nas regiões celestes, o “kosmokrator”, aquele que governa o Cosmo.


Satanás e seus demônios não apenas influenciam, eles também dominam os povos da terra. É evidente que isso tem conseqüências horríveis sobre os indivíduos, sobre as famílias, sobre a sociedade e sobre as nações.




A humanidade desobediente a Deus, que rejeita Seu Filho Jesus Cristo, é dependente do príncipe (ou poderoso) que atua entre o céu e a terra, e dali influencia o mundo. Entretanto, Satanás e seus demônios não apenas influenciam, eles também dominam os povos da terra. É evidente que isso tem conseqüências horríveis sobre os indivíduos, sobre as famílias, sobre a sociedade e sobre as nações.

Além disso, Satanás é o “pai da mentira” e o “homicida desde o princípio” (João 8.44). Os focos de conflitos e crises são provocados por ele e fazem parte da sua luta contra Deus. Quanto mais avançamos nos tempos finais, maiores tornam-se os conflitos, especialmente nas regiões que têm papel especial do ponto de vista bíblico-profético nos tempos finais. Percebe-se literalmente que “há algo no ar”.

O Apocalipse fala de um tempo futuro em que Satanás será lançado sobre a terra (veja Apocalipse 12.7-12). Essa época, conseqüentemente, será repleta de terror, atuação demoníaca, tirania e guerras.

Isaías 14 e os acontecimentos em Gaza
Em Isaías 14 encontramos paralelismos interessantes com os acontecimentos atuais em Gaza. A partir do versículo 12 é descrita a queda de Satanás (Lúcifer). A ex-Estrela da Alva, que queria elevar-se sobre as estrelas de Deus, caiu do céu. Agora, o Diabo atua nos ares, como lemos na Epístola aos Efésios, até que, finalmente, será banido também de lá. Suas atividades assassinas são concentradas inteiramente sobre a terra, de modo especial sobre a região em que Jesus Cristo consumou a redenção e para a qual Ele voltará.

Certamente não é por acaso que no final do capítulo é citada a terra dos filisteus, por um lado, e Sião, por outro lado: “No ano em que morreu o rei Acaz, foi pronunciada esta sentença: Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da estirpe da cobra sairá uma áspide, e o seu fruto será uma serpente voadora. Os primogênitos dos pobres serão apascentados, e os necessitados se deitarão seguros; mas farei morrer de fome a tua raiz, e serão destruídos os teus sobreviventes. Uiva, ó porta; grita, ó cidade; tu, ó Filístia toda, treme; porque do Norte vem fumaça, e ninguém há que se afaste das fileiras. Que se responderá, pois, aos mensageiros dos gentios? Que o Senhor fundou a Sião, e nela encontram refúgio os aflitos do seu povo” (Isaías 14.28-32).

Inicialmente, Isaías 14 trata do anúncio profético do juízo sobre Babilônia, a seguir, da predição da queda da Assíria (vv. 24-27), e, finalmente, do juízo sobre a terra dos filisteus. Mesmo que algumas coisas já se cumpriram historicamente, o capítulo inteiro tem uma dimensão profética que alcança até os tempos finais. Por quê?

• Este capítulo descreve um tempo em que Israel retornará e os povos serão seus servos:“Porque o Senhor se compadecerá de Jacó, e ainda elegerá a Israel, e os porá na sua própria terra; e unir-se-ão a eles os estrangeiros, e estes se achegarão à casa de Jacó. Os povos os tomarão e os levarão aos lugares deles, e a casa de Israel possuirá esses povos por servos e servas, na terra do Senhor; cativarão aqueles que os cativaram e dominarão os seus opressores” (Isaías 14.1-2).


Haverá, porém, um retorno final dos judeus, antes da volta de Jesus, e é nesse período que nos encontramos hoje.




Esse não foi o caso no primeiro retorno, sob Serubabel. Naquele tempo voltaram apenas 42.360 judeus (Esdras 2.64) e estes continuaram sendo servos da Pérsia (Esdras 9.9). Haverá, porém, um retorno final dos judeus, antes da volta de Jesus, e é nesse período que nos encontramos hoje: “Mudarei a sorte do meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto. Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o Senhor, teu Deus” (Amós 9.14-15).

• Além disso, Isaías fala de um tempo em que Deus dará descanso ao Seu povo: “No dia em que Deus vier a dar-te descanso do teu trabalho, das tuas angústias e da dura servidão com que te fizeram servir” (Isaías 14.3).

Isso não ocorreu dessa forma no primeiro retorno de Babilônia, mas está predito para o futuro: “Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia. Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hebreus 4.8-9).

• Além disso, ultrapassando a queda de Babilônia, Isaías descreve a queda de Satanás (Isaías 14.12ss.), o que igualmente é uma indicação de que a visão do profeta vai além do que está dizendo diretamente, pois a conclusão da queda de Satanás acontecerá conforme Apocalipse 12.

No final de Isaías 14 é descrita a luta entre a terra dos filisteus e Sião. A região onde habitavam os filisteus era a costa do mar Mediterrâneo, no Sudoeste de Israel, nas proximidades do Egito, sendo que uma das principais cidades dos filisteus era Gaza (Juízes 16.21; 1 Samuel 6.17-18).

Durante toda a história, os filisteus estavam entre os piores inimigos de Israel. Uma das razões porque o conflito entre Israel e os filisteus era tão perigoso e empedernido era que eles viviam dentro das fronteiras da terra que Deus havia prometido a Israel. Por isso, eles conseguiam promover sua guerra contra o povo judeu sem grandes empecilhos.


Quando Israel, no início da sua história sob Josué, entrou na terra prometida por Deus, os filisteus foram seus piores inimigos. Agora, no final da história, desde que Israel formou seu próprio Estado em 1948, os habitantes dessa região voltaram a ser os piores inimigos do povo judeu.




Tudo isso voltou a ser extremamente atual em nossos dias – a história se repete. Quando Israel, no início da sua história sob Josué, entrou na terra prometida por Deus, os filisteus foram seus piores inimigos. Agora, no final da história, desde que Israel formou seu próprio Estado em 1948, os habitantes dessa região voltaram a ser os piores inimigos do povo judeu.

Estou dizendo conscientemente “habitantes dessa região”, porque os atuais “palestinos” não são descendentes dos filisteus daquela época. Depois que Israel foi retirado da terra (pelos romanos) – nem mesmo existiu qualquer Estado árabe nessa região, mas os nomes voltaram a ter atualidade, a problemática e os inimigos continuam iguais.

A luta recente do Hamas palestino contra Israel é novamente uma indicação do cumprimento de profecias no futuro. Há algumas afirmações nos versículos finais de Isaías 14 que chamam a atenção, pois eram muito importantes em tempos antigos e voltaram a ter atualidade em nossos dias. Não estou afirmando que o confronto recente seja o cumprimento final. Apenas quero mostrar que a história se repete, que a Bíblia sempre é atual e que existem paralelismos interessantes, que nos lembram da validade eterna da Palavra de Deus, que se aproxima inevitavelmente do seu cumprimento final.

Os versículos 28-29 de Isaías 14 descrevem a alegria dos filisteus pela morte do rei Acaz e como, por essa razão, eles se julgaram vitoriosos: “No ano em que morreu o rei Acaz, foi pronunciada esta sentença: Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria...”.

Acaz era o neto de Uzias, que havia vencido os filisteus, tomado sua terra, derrubado suas muralhas e edificado cidades em seu território (2 Crônicas 26.6-7). O domínio prosseguiu sob seu filho Jotão e seu neto Acaz (2 Crônicas 26.23; 27.9). Sob Acaz, porém, houve forte decadência de Judá e os sírios (arameus) vieram do norte e o venceram (2 Crônicas 28.5)

Em nossa época, quando o ex-primeiro-ministro Ariel Sharon, conhecido como “linha dura”, sofreu um derrame e a guerra no Líbano (no Norte, dominado pela Síria) transformou-se num desastre, os grupos terroristas palestinos se alegraram e se julgaram vencedores sobre Israel.

Mas, no versículo 29 de Isaías 14 os filisteus são advertidos: “Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da estirpe da cobra sairá uma áspide, e o seu fruto será uma serpente voadora”. Os filisteus não deveriam considerar-se seguros, pois outro viria e voltaria a dominá-los. O filho de Acaz foi Ezequias, e sobre ele lemos: “Feriu ele (Ezequias) os filisteus até Gaza e seus limites, desde as atalaias dos vigias até à cidade fortificada” (2 Reis 18.8).


Os atuais grupos terroristas consideram-se superiores a Israel; eles acham que estão seguros e também não escondem sua satisfação quando Israel sofre algum revés.




Os atuais grupos terroristas consideram-se superiores a Israel; eles acham que estão seguros e também não escondem sua satisfação quando Israel sofre algum revés. Eles aproveitam o cessar-fogo com Israel para acumular armas e atacar com forças renovadas. Entretanto, o que aconteceu a seguir foi uma completa surpresa para eles e para todo o mundo: Israel não esperou mais, e passou a atacar pelo ar como uma “serpente voadora”. A “vara quebrada” (o derrame de Sharon e a guerra no Líbano) transformou-se numa “serpente voadora”.

Aliás, essa tríplice combinação – vara, cobra e serpente voadora – não ocorre por acaso. Lemos na versão Almeida Corrigida Fiel: “Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora” (Isaías 14.29).

• A vara equivale à cobra, razão porque lemos: “da raiz da cobra”.

• Dessa vara, ou seja, da raiz da cobra, que parecia quebrada, sairá uma áspide venenosa (ou, um basilisco).

• Dela (da áspide) virá, finalmente, uma “serpente ardente, voadora”.

Antigamente, Moisés usou sua vara contra a inimizade e tirania do Egito: ele teve de lançá-la na terra para que se transformasse numa cobra (veja Êxodo 4.2-4). Então, poder-se-ia pensar que a vara estava quebrada, que a cobra tinha morrido, que a ação de Deus com Israel tinha acabado. Mas, não é assim. Os planos de salvação de Deus com Seu povo continuam se desenrolando através da história, até ao restabelecimento final de Israel. Da vara sai uma cobra, a cobra torna-se uma áspide venenosa e, finalmente, uma serpente ardente, voadora. Por isso, no sentido profético mais elevado, a raiz da cobra e a serpente voadora são uma representação do Messias, que finalmente derrotará os inimigos de Israel.

• O Messias é a base, o rebento do tronco de Jessé, o renovo das suas raizes (veja Isaías 11.1)

• Ele é a incorporação viva da “serpente de bronze no deserto” (veja Números 21.5-9): “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado” (João 3.14).

• E, do mesmo modo como é grandiosa a transformação de uma vara em cobra, e de uma cobra em serpente voadora, será grandiosa e maravilhosa a volta do simples homem de Nazaré, quando Ele vier nos ares em grande poder e glória para lutar por Israel. Aquele que foi antigamente dependurado no madeiro da cruz, levantado como a serpente de bronze – o que pareceu uma derrota diante da qual os inimigos se alegraram – voltará como serpente ardente, voadora.


A cidade deveria gritar e a terra estremecer, porque seriam atacadas do Norte por uma multidão em “fileiras cerradas”. Da mesma forma, o exército israelense atacou Gaza: primeiro a partir do ar, como uma “serpente voadora”, e a seguir por terra, numa invasão em fileiras cerradas.




O versículo 31 de Isaías 14 descreve o ataque da Assíria à região dos filisteus, após a campanha de Ezequias. A vara quebrada indicava Acaz, a áspide que saiu dela simboliza Ezequias e a serpente voadora representava a Assíria: “Uiva, ó porta; grita, ó cidade; tu, ó Filístia toda, treme; porque do Norte vem fumaça, e ninguém há que se afaste das fileiras”. A cidade deveria gritar e a terra estremecer, porque seriam atacadas do Norte por uma multidão em “fileiras cerradas”. Da mesma forma, o exército israelense atacou Gaza: primeiro a partir do ar, como uma “serpente voadora”, e a seguir por terra, numa invasão em fileiras cerradas. Freqüentemente a palavra profética tem muitas nuances, como neste caso, de modo que podemos encontrar um tríplice significado nesses versículos:

• O cumprimento no tempo de Isaías.

• O cumprimento no decorrer de toda a história do povo judeu.

• O cumprimento final e completo através do Messias.

No versículo 32 também descobrimos um paralelismo interessante com nosso tempo: “Que se responderá, pois, aos mensageiros dos gentios? Que o Senhor fundou a Sião, e nela encontram refúgio os aflitos do seu povo” (Isaías 14.32).

Os gentios (a ONU, a União Européia) levantam sua voz e enviam mensageiros a Israel, exigindo comedimento.

Mas, por trás de tudo que acontece em Israel, há uma mensagem: o Senhor está cumprindo a promessa que fez a Sião. Ele mesmo, que voltou a fundar Sião (1948), finalmente será o refúgio do Seu povo. Lemos no Apocalipse como o Senhor Jesus derrotará definitivamente a Satanás e o expulsará do céu, e como a Jerusalém celestial descerá para a terra. Então o mundo será governado pelo Messias e haverá justiça e paz entre os povos: “Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações” (Isaías 25.7).

Da morte para a vida
A ressurreição de mortos é um milagre – não menos quando isso ocorre espiritualmente, como acontece com freqüência.

Jesus Cristo veio, morreu por nós, ressuscitou dentre os mortos, foi elevado aos céus, para despertar mortos e cegos espirituais: “o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro” (Efésios 1.20-21).

Jesus foi elevado acima de qualquer poder e tudo está sujeito a Ele. Desse modo, Jesus também é muito superior àquele que, conforme Efésios 2.2, reina nos ares e atua neste mundo através dos seus demônios. Todo aquele que crê em Jesus é vivificado, renasce espiritualmente e, através de Jesus, já ocupa agora sua posição nos lugares celestiais. Tal pessoa não está mais sob o domínio de Satanás, pois se encontra sob o poder do Espírito Santo de Jesus (veja Colossenses 1.13).

“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2.4-6).

Muitas pessoas já experimentaram essa transformação, o que é uma constante comprovação da veracidade da Palavra de Deus e do poder de Jesus. (Norbert Lieth

Porque Devemos Apoiar os Judeus Messiânicos?

Inicialmente cito algumas informações a respeito das atividades de diversos grupos de judeus messiânicos em Israel:

O movimento judaico messiânico e o alvo de Deus

Atualmente pode-se observar um movimento geral em direção ao Messias que está voltando – no fim "dos tempos dos gentios", nos quais "Jerusalém será pisada por eles" (Lc 21.24), até que "haja entrado a plenitude dos gentios" (Rm 11.25-26). Cada vez mais judeus em Israel e também na Diáspora compreendem: Não basta apenas voltar para a terra dos pais, para Sião, mas é preciso retornar ao Deus dos pais e esperar o Seu reino segundo a promessa bíblica. Eles sabem que ainda haverá as "dores de parto", "as dores do Messias". Eles sabem da ameaça final à sua existência e aproveitam o tempo de paz relativa até então para testemunhar a respeito do Jesus crucificado, ressurreto, e cuja volta é iminente...

O número de judeus messiânicos e suas igrejas, que está crescendo constantemente em Israel e em todo o mundo no fim do nosso século, é um sinal dos tempos finais da mesma forma como a volta para a terra há 100 anos e a criação do Estado há 50 anos. (Ernst Schrupp, 1/1998)

1. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles também são judeus

Se a promessa de Deus feita a Abraão: "Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 12.3), refere-se à descendência de Abraão, portanto, ao povo judeu, então não devemos desconsiderar os judeus messiânicos. Pois justamente eles são judeus no sentido literal, que não perderam a sua nacionalidade nem a sua identidade judaica. Pelo contrário! Em seu livro "Jesus, o Messias", Arnold Fruchtenbaum cita vários judeus crentes messiânicos. Um dentre eles testemunha:

Comecei a valorizar minha educação judaica e minha herança judaica de maneira nova. Pela primeira vez na minha vida, elas começaram a ter relação com os dias de hoje. Os personagens do passado ficaram vivos para mim, quando comecei minha nova vida. O Messias de Israel realmente havia chegado.

2. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles são o "verdadeiro" Israel

Em Romanos 9.6-7 está escrito: "E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas; nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência". Mas isso não significa, de maneira nenhuma, que também o restante de Israel não seja Israel de fato. Entretanto, é feita uma diferença entre o Israel segundo a carne, isto é, os descendentes naturais de Jacó e Abraão, e os israelitas que pela fé tornaram-se adicionalmente filhos espirituais. Lemos em Gálatas 3.7: "Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão."

Em Romanos 2.28-29 temos uma afirmação notável, que não devemos omitir: "Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus." Isso significa que o verdadeiro judaísmo não é uma questão de culto exterior ou de observância exata de leis e preceitos, mas uma atitude do coração transformada pelo novo nascimento. Os judeus messiânicos experimentaram a "circuncisão do coração", e por isso são judeus não somente segundo a carne, mas também segundo o espirito. Se, pois, abençoamos decididamente todo o Israel, se amamos o judaísmo e reconhecemos os judeus como o povo escolhido de Deus, quanto mais temos o dever de considerar de modo especial os judeus messiânicos!

3. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque o cristianismo teve sua origem no judaísmo

O cristianismo começou por meio de judeus messiânicos crentes. Os apóstolos, que espalharam o Evangelho por todo o mundo, o que levou ao surgimento do cristianismo (At 11.26), foram judeus sem exceção. Também os cerca de 120 sobre os quais desceu o Espírito Santo no dia de Pentecostes, eram todos judeus (At 1.15; 2.1ss). E os primeiros três mil, que se converteram através da pregação de Pedro, também foram judeus (At 2.39-41). Somente a partir de Atos 10 o Evangelho passou também para as nações, quando Cornélio e sua casa se converteram em Cesaréia.

Em Efésios 2.20 está escrito claramente que os crentes são "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Jesus Cristo, a pedra angular." Os profetas creram antecipadamente no Messias, olhando adiante, os apóstolos viram o próprio Messias e pregaram o Seu Evangelho. Não é este um motivo importante para apoiar os judeus crentes em Jesus?

4. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque pela fé em Jesus fomos unidos com eles e eles são nossos irmãos

Um mistério do Evangelho é que as pessoas dentre os gentios que crêem no Senhor Jesus se tornaram um com os judeus crentes no Messias e formam um corpo. Na Sua inefável sabedoria, Deus criou algo totalmente novo por meio do Evangelho de Jesus Cristo, isto é, formou uma Igreja de judeus e gentios. Efésios 3.1-6 fala disso: "Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios, se é que tendes ouvido a respeito da dispensação da graça de Deus a mim confiada para vós outros; pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito, a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho" (compare também Ef 2.14-16; 1 Co 12.13). Agora não existe mais diferença entre judeu ou gentio para aqueles que se tornaram crentes no Senhor Jesus Cristo, em Cristo estamos inseparavelmente unidos: "porque todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos sois um em Cristo Jesus" (Gl 3.27-28; compare também Rm 10.12; Cl 3.11). Como nos tornamos dessa maneira um corpo com os judeus messiânicos, deveríamos encarar fraternalmente a eles e ao seu ministério, pois está escrito: "Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.10).

5. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque a Bíblia o ordena

Lemos em Romanos 15.26-27: "Porque aprouve à Macedônia e à Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos judeus, devem também servi-los com bens materiais." O apóstolo Paulo louva o ato dos crentes dentre os gentios da Macedônia e Acaia, que levantaram uma coleta em benefício dos "santos que viviam em Jerusalém" e os serviram com bens materiais. Esses "santos que viviam em Jerusalém" eram judeus crentes em Jesus, que estavam em grandes dificuldades. Adicionalmente, Paulo ainda menciona a responsabilidade dos crentes dentre os gentios para com seus irmãos judeus e os descreve como seus "devedores". A "Bíblia Viva" diz: "Porque, como vocês sabem, os cristãos da Macedônia e da Acaia tiraram uma coleta para os de Jerusalém, que estão passando dificuldades. Eles ficaram muito contentes em fazer isso, pois sentem que têm uma verdadeira dívida para com os cristãos de Jerusalém. Por quê? Porque as notícias a respeito de Cristo lhes chegaram através da igreja de Jerusalém. Visto que eles receberam deles esta magnífica dádiva espiritual do Evangelho, sentem que o mínimo que podem fazer em retribuição é dar-lhes alguma ajuda material." Não devemos eximir-nos dessa grande responsabilidade e deveríamos contribuir para que a Igreja messiânica em Israel possa atuar de maneira abençoada.

6. Devemos apoiar os judeus messiânicos porque eles têm as melhores condições de ajudar seu próprio povo

Fritz May escreve sobre os judeus messiânicos:

A maior parte dos judeus messiânicos em Israel é de sionistas ardentes e cidadãos cientes da sua responsabilidade, favoráveis a Israel, embora não aprovem tudo o que acontece na vida do seu povo. Mas eles crêem nas promessas proféticas da Bíblia para seu povo e sua terra.

A seguir ele cita um líder judeu messiânico em Israel:

"Eu sou um sionista. Amo meu país e defendo todos os seus direitos, exigências e reivindicações... Em todo o mundo, judeus messiânicos se preocupam em promover o bem-estar de seu povo".

Os judeus messiânicos são os que mais podem fazer pelo seu povo. Eles crêem no cumprimento das profecias bíblicas em nossos dias e vêem como sua tarefa semear de muitas maneiras a boa semente da Palavra de Deus. Assim eles certamente contribuem para que em Israel – mesmo depois do arrebatamento da Igreja – ainda muitos se convertam ao Messias. Talvez eles até estejam lançando a semente para os 144.000 judeus selados de Apocalipse 7. Eles oram pelo seu povo, como nenhum outro israelita poderia fazer melhor, e também são ativos no campo social. Pela sua presença, eles são uma grande bênção para a terra e para o povo de Israel. Infelizmente ouve-se que eles sofrem cada vez mais pressões. Tanto mais deveríamos apoiá-los em oração e fraternidade.

7. Devemos apoiar os judeus messiânicos, nossos irmãos judeus, porque o próprio Messias no qual eles crêem é judeu

Romanos 9.5 diz a respeito: "...e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém." Se, como cristãos, estamos ao lado de Jesus e nos chamamos irmãos e irmãs, também devemos estar ao lado daqueles que Jesus chama de Seus irmãos e amigos. Não eram judeus que criam em Jesus a quem Ele chamou de Seus amigos? Sim, pois é o que está escrito em João 15.15: "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer." E se o Senhor Jesus diz: "Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mt 25.40), devemos observar que Jesus chamou de irmãos em primeiro lugar os que criam nEle, o que se deduz claramente de Mateus 12.48-50, 28.10 e Hebreus 2.11.

Resumindo: Devemos apoiar toda a casa de Israel, pois ela tem promessas permanentes e que se cumprirão em breve. Israel foi e continua sendo o povo escolhido de Deus, e nós temos o dever de abençoá-lo. Mas dele fazem parte, de modo especial, os judeus messiânicos. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Nazarenos

Os seguidores de Jesus que defendiam o judaísmo eram conhecidos no príncipio como nazarenos ,judaizantes ou ainda (nas palavras de Paulo) os da circuncisão. Estes criam que Jesus de Nazaré não teria vindo abolir a Torá como prega a doutrina paulina. Desta forma ,pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá ,o que levou à um choque com outras ramificações do Cristianismo e do Judaísmo . Ainda não é possível determinar se este Judaísmo Messiânico era uma variação dos ensinos de Jesus ou se era a doutrina original de Jesus. No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do Cristianismo e em sua origem judaica deve-se crêr que o ensino original de Jesus não tenha sido muito diferente disto.

Com o sucesso da pregação paulina e após a destruição de Jerusalém, os judaizantes foram desprezados por cristãos e por judeus. Tornaram-se conhecidos como ebionitas (do hebraico evionim "pobres" ), organizando sua própria literatura religiosa e com o passar do tempo foram virtualmente extintos.

Há diversos movimentos religiosos que em maior ou menor grau compartilham a visão ebionista .Dentre elas ,podemos mencionar o movimento criado por Shemayah Phillips,que em 1985 fundou o movimento conhecido como a Ebionite Jewish Community .Esta comunidade ,estritamente monoteísta ,reconhece Jesus como um profeta justo ,e defende uma interpretação judaica do Tanakh e que tal sirva como meio de união entre judeus e gentios para implantação de uma sociedade justa.

Origens do Messianismo Judaico

Um conceito do Judaísmo, o Messias (hebreu משיח Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach ou hammasiah, "O consagrado"; a forma Asquenazi é Moshiach; a forma aramaica é mesiha) refere-se, principalmente, à profecia da vinda de um humano descendente do Rei David, que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo desta forma a paz ao mundo.

Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar forma após a destruição de Jerusalém. O retorno do Cativeiro aliado à eventos históricos (como a história dos Macabeus) serviu para desenvolver no povo judeu uma esperança na reconstrução da Nação Judaica e do governo de um rei selecionado por D-us que submeteria todos os povos à legislação da Torá.

Esta esperança messiânica veio a agravar-se com o Domínio Romano sobre a Judéia que no primeiro século. As diversas ramificações judaicas pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes) pretendiam obter sua independência do domínio romano e inspirados pelo ideal da independência acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador

Judaísmo Messiânico

Judaísmo Messiânico é o nome de uma ramificação religiosa que aceita as tradições religiosas judaicas porém também acredita na figura de Jesus de Nazaré como o Messias esperado pela tradição profética judaica. Destacamos este tópico, justamente para diferenciar o judaísmo do judaísmo messiânico já que este último não é considerado judaísmo pela maioria dos judeus.

Existem diversos segmentos que podem ser chamados de judaísmo messiânico. Entre estes podemos enfatizar:

Nos primeiros séculos as seitas dos nazarenos e os ebionitas que tratavam-se na maioria de judeus que aceitavam a crença em Jesus como Messias e não compartilhavam da crença na divindade de Jesus. Criam que os gentios que se convertessem deveriam aceitar as tradições religiosas judaicas. Este grupo aceito à príncipio dentro da comunidade judaica entrou em choque com os defensores da visão paulina de que Cristo viera abolir a Torá e esta última visão acabou tornando-se a oficial do Cristianismo. Com o crescimento da tensão entre os judeus e Roma, os judeus acreditando que este sofrimento era fruto de heresia por parte dos cristãos além do fato dos cristãos não terem auxiliado na primeira revolta judaica separou permanentemente as duas ramificações que a partir de então constituiram-se em duas religiões isoladas.No entanto permaneceram neste estado intermediário até os dias de hoje e não compartilham da mesma visão que o Moderno Judaísmo Messiânico.
O Moderno Judaísmo Messiânico é um movimento surgido no século XX nos EUA como fruto de uma busca de conversão por parte de diversas organizações evangélicas de membros da comunidade judaica. Aceitam as diversas tradições do judaísmo mas julgam que o judaísmo é uma religião incompleta. Assim aqueles que aceitam Jesus como Messias seguiriam então uma forma de religião mais completa onde todas os símbolos do judaísmo são adequados à visão cristã do mundo.
O judaísmo geral em todas as suas ramificações rejeita o judaísmo messiânico como judaísmo. Para estes o judaísmo messiânico é apenas um artíficio religioso de disfarçar as doutrinas cristãs em uma aparência judaica para tornar-se mais facilmente assimilável pelos judeus. Quanto ao Cristianismo, apesar de sua oposição aos movimentos messiânicos-judaicos históricos como a seita dos nazarenos e dos ebionitas, aceita (as denominações evangélicas) o Moderno Judaísmo Messiânico que é uma ramificação destas denominações.

Doutrinas Principais

Nesta seção estão listadas algumas das principais crenças e doutrinas do Judaísmo Messiânico

1. Deus - Os judeus messiânicos crêem no Deus do Tanakh, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa "ouve", oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 - "Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D-us é Único D-us -, texto que mostra a unicidade do Deus de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano. Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia da Trindade, entendendo o Shemá como a declaração literal de que Deus é um, apenas, além de considerar textos do próprio Novo Testamento que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica - portanto, relegam a Trindade a algo quase que idolátrico. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos.

2. Jesus como o Messias - Jesus (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Jesus como sendo "a Torá (palavra) feita carne" (referência a João 1:14). Quanto à divindade de Jesus, no entanto, os grupos divergem. Alguns negam que Jesus seja Deus, refutando a Trindade (pelos motivos resumidamente expostos acima) e considerando o fato de que claramente não há referências no Tanakh de que o Messias seria o próprio Deus. Entretanto, consideram-no como um ser essencialmente divino, provindo de Deus e por ele munido de toda autoridade - mas não o próprio. Outros, porém, acreditam que Jesus de fato é o próprio Deus, sem qualquer ressalva ao conceito cristão tradicional.

3. A Torá escrita - Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário da visão cristã), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a Deus. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou.

4. Israel - Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do Deus de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada "teologia da substituição", a visão de que a Igreja cristã substituiu Israel na mente e nos planos de Deus.

5. A Bíblia - O Tanakh e o Novo Testamento (chamado "Brit Chadashá") são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por Deus.

6. Escatologia bíblica - A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do "fim dos tempos", da segunda vinda de Jesus, como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.

7. A Torá Oral - As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à "Lei oral", como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Jesus observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.

Kleber Lucas - Deus Forte

vou seguir com fe - kleber lucas

HaTikva

Kleber Lucas- Meu Alvo

Trazendo A Arca - Cruz

Yeshua Fernandinho [Por: Maysa Machado]

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Guardar o Sábado - Mandamento De D'us - não se discute...

E falou o Eterno a Moshe, dizendo: E tu fala aos filhos de Israel dizendo: De certo, meus Sábados guardareis, pois este é meu sinal, entre mim e vos, por vossas geraçoes para que eu sou Eterno, vossos Santificador. E guardareis o Sábado, que é santidade é ele para vós, aqueles que o profanarem, serão mortos, por que todo aquele que fizer nele trabalho será banida a sua alma do meio de seu povo. Seis dias se trabalhará, e no setimo será o Sabado de descanso, santificado para o Eterno: Todo aquele que fizer trabalho no dia de sábado será morto. E guardarao os filhos de Israel o sábado para fazer do sábado, por suas geraçoes, uma aliança perpétua. Entre mim e os filhos de Israel, um sinal é ele, para sempre, que seis dias fez o Eterno os Céus e a trra, e no sétimo dia folgou e descansou.
Sábado é uma aliança entre os filhos do Eterno nao só para Israel, é para todos que sao filhos do altissimo D'us de Israel, Sabado é desde Adao.

Os 13 Princípios do Judaísmo

01*Creio plenamente que D'us é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo.

02* Creio plenamente que o Criador é um e único; que não existe unidade de qualquer forma igual à d’Ele; e que somente Ele é nosso D’us, foi e será.

03* Creio plenamente que o Criador é incorpóreo e que está isento de qualquer propriedade antropomórfica.

04* Creio plenamente que o Criador foi o primeiro (nada existiu antes d’Ele) e que será o último (nada existirá depois d’Ele).

05* Creio plenamente que o Criador é o único a quem é apropriado rezar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade.

06* Creio plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras.

07* Creio plenamente que a profecia de Moshe Rabeinu (Moisés) é verídica, e que ele foi o pai dos profetas, tanto dos que o precederam como dos que o sucederam.

08* Creio plenamente que toda a Torá que agora possuímos foi dada pelo Criador a Moshe Rabeinu.

09* Creio plenamente que esta Torá não será modificada e nem haverá outra outorgada pelo Criador.

10* Creio plenamente que o Criador conhece todos os atos e pensamentos dos seres humanos, eis que está escrito: "Ele forma os corações de todos e percebe todas as suas ações" (Tehilim 33:15).

11* Creio plenamente que o Criador recompensa aqueles que cumprem os Seus mandamentos, e pune os que transgridem Suas leis.

12* Creio plenamente na vinda do Mashiach (Messias) e, embora ele possa demorar, aguardo todos os dias a sua chegada.

13* Creio plenamente que haverá a ressurreição dos mortos quando for a vontade do Criador.

Orem por Israel

Oremos por Israel
Avinu HaShamaiym, Tsur Israel. Te rogamos nesta hora por Israel do qual Tú és o Redentor. Abençoa ao Eretz Israel, livra-o de seus adversários, destrói os desígnios do Hamas do Fatah, Hesbolah e tantos outros adversários que se levantam dia-a-dia.

Também te rogamos Eterno, que livre as crianças e os inocentes que estão nas regiões de conflito do fogo cruzado. Leva tua PAZ à Palestina, concede aos Palestino uma Pátria, mas também restaura a Israel a sua Terra de direito bem como a Yerushalayim aos israelitas.

Guarda debaixo de tuas poderosas mãos as vidas de nossos irmãos messiânicos (em particular) que estão em Israel, dá tua proteção a suas vidas, a tantos quanto lá estiverem, ao irmão no Mashiach, Matheus, a Tatiane, ao Rav Shulam e sua Familia e todos os demais que tú conheces pessoal e intimamente. Livra-os do mal, vira-os qualquer força violenta e contrária. Pois Tú e somente Tù és D´us, és Poderoso para nos salvar e nos livrar. A nossa força vem de Ti Avinu.

Todah Rabah HASHEM!

Te pedimos ADONAI Eloheinu, encaminha os dirigentes de Israel com seus bons conselhos, seus lideres militares, ministros e conselheiros. Leva aos seus corações neste momento de conflito um quebrantamento e um desejo de receber o seu Mashicah, Yeshua em suas vidas a fim de que as coisas sejam estabelecidas e a Restauração de Israel seja acelerada.

Mas acima de tudo HASHEM, seja feita a sua vontade, os teus desígnios sobre Israel, a Palestina, os Messiânicos, nós aqui no Brasil e toda a Terra. Pois reconhecemos aqui e agora que nada que acontece hoje ou acontecerá amanhã fugiu ao seu controle, TU ESTAS NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS ETERNO, Bendito sejas Tú Eterno, nosso D´us que estas no controle de todas as coisas.

Te louvamos e agradecemos por tudo e pedimos que recebas a nossa prece por amor a teu Filho e em nome dELe.

B´shem Yeshua HaMashiach, amen, amen e amen.